Uma novidade no mundo da medicina alternativa está provocando muita discussão. Não é nada de comprimidos, gotas, injeções. O remédio usado é a força do pensamento.
A técnica se chama QI Mental e ela está sendo usada para o tratamento de algumas doenças (tendinite, asma, enxaqueca, etc) e distúrbios, como a obesidade. É isso mesmo! O QI mental está ajudando muita gente a emagrecer.

O termo “QI” significa energia, em chinês. A médica Márcia Yamamura destaca que a energia da mente do paciente é mobilizada, direcionada para o tratamento da doença.
O médico induz o paciente a buscar na memória, no subconsciente, lembranças do passado, de acontecimentos ruins.

Segundo os especialistas, a origem de quase todas as doenças está no emocional das pessoas.

O médico João Yokoda aplica a técnica em seus pacientes. Antes disso, ele mesmo testou a novidade. Em outubro de 2000, Yokoda pesava 108,3 kg. Dois meses depois, em dezembro de 2000, já estava com 89,5 kg. Perdeu quase 20,5 kg. Não voltou mais a engordar.
Ele é acupunturista, homeopata e cirurgião geral. Há quatro anos, descobriu o QI mental em um curso de acupuntura.
Hoje, ministra um workshop que atrai 100 pessoas por curso. Basicamente, a técnica consiste em mentalizar o corpo e o peso ideal.
Para isso, a pessoa precisa relaxar, ou seja, estar despreocupado e concentrado no pensamento. Durante dois ou três minutos, a pessoa projeta uma imagem que gostaria de ter. mentaliza a gordura do corpo sendo dissolvida, o corpo ficando magro, a alegria, a descontração do novo perfil.
Para vencer a compulsão de comer, o indivíduo deve se imaginar comendo aquilo que mais tem vontade, com gosto, até saciar a fome. Esse exercício serve para inibir o desejo pelas guloseimas.
De acordo com o médico, o pensamento influencia o cérebro, que envia as informações para o subconsciente que as executa no organismo. A mentalização deve ser feita três vezes ao dia.

Em São Paulo, 300 pessoas já deixaram de ser obesas buscando os segredos do subconsciente. O QI mental pode ser uma das boas novidades da medicina, dizem os pesquisadores.

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