Bom diaaaaaaa meus amooooooresss… Falaaaaaa galeraaaaaaa!
Nossos dias começam assim, com o bom dia dos blogueiros que seguimos, dos artistas famosos, dos chefs veganos, de alguém que nos ensina make,,, todos os influencers de algo em nossa vida! E por causa das redes sociais, dos bons dias assíduos, temos uma proximidade com eles a ponto que até nos permite palpitar na vida de cada um deles…, para o bem é claro. Damos nossa opinião, damos palpite, fazemos julgamento… tudo em prol dessa proximidade que nos faz considerar a todos das redes sociais como família.

Não é estranho que tenhamos mais liberdade de contar a alguém nosso mais profundos medos e problemas, pedindo um conselho ou um colo virtual para quem nunca vimos? Crianças e adolescentes têm a companhia de youtubers que lhes inspiram as façanhas do dia a dia, até como cabular aula e mentir para os pais, vejam só! E estas mesmas crianças sentem um abandono virtual – sim, virtual pois seus pais estão presencialmente no quarto ao lado, sendo influenciados também. Navegamos numa viagem solitária e nos afastamos, muitas vezes, de quem realmente importa.

Tenho muito medo que meu filho se sinta mais próximo do youtuber que usa tênis da Vans do que de mi, que uso botas de salto alto. Tenho medo que a correria, como mães que sai para ganhar o pão nosso de cada dia, me impeça de passear com meu filho e que ele não queria mais ainda de bicicleta comigo. Acordamos conectados, eu digo bom dia a todos os meus amigos espalhados pelos cantos do mundo e nem sempre consigo dar um beijo a quem está em casa. Estamos ocupados demais. Fazemos demais, buscamos (não sei bem mais o que) demais. Estamos aflitos, estressados e solitários.

Vou contar um segredo que a vida me mostrou há algumas semanas atrás. Eu sinto falta da minha família, não importa o quão conectada eu esteja e onde eu esteja no mundo. Eu pensava que podia ganhar o mundo viajando, cumprindo minha missão que é divulgar a nossa acupuntura médica, pois eu tinha segurança que minha família estaria lá quando eu voltasse. Bom, isso não basta. No fundo, tudo que queremos se resume em voltar para a casa e estar com os nossos.

Há quanto tempo você não faz isso? Conversar e dar boas risadas, ficar abraçado até se irritar com aquelas coisas de sempre? Tem algo mais genuíno que isso? Estar tão próximo e verdadeiramente conectado a alguém, conhecendo todos os mínimos e irritantes detalhes dele? Isso só acontece quando estamos verdadeiramente unidos.

Restabeleça essa conexão com sua família real, sim, aquela cheia de defeitos, bobagens e chatices, enxergue e sinta a sua conexão invisível que te une a eles e desfrute. Não há amigos nem blogueiros virtuais que possam competir com o amor da família.

Afinal, é com quem realmente podemos contar. Pense nisso!

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