Você já teve um grande amor?
Daqueles que te arrebata e você sente que a vida está do avesso? E, conforme o tempo corre, aquela paixão explosiva, cheia de energia e calor, abre espaço para os desentendimentos.
Como o cérebro ainda está inundado pela dopamina, prosseguimos em amar, pois dizemos a nós mesmos que “ele é o cara”! Afinal, tantas outras relações mornas, tranquilas, carentes de adrenalina você já conheceu. Agora, queremos o oposto, estar enfeitiçada, enebriada e apaixonada.
Não há nada de errado até o momento em que o sujeito do amor, tão valorizado por nós, cuidado nos mínimos detalhes, não corresponde mais ao que queremos. Afinal, ele tem sua existência além e apesar da nossa… e nós não!
É aqui o ponto de ruptura, onde a brecha vira um abismo que separa dois continentes. É quando sair junto ou ficar em casa é um duelo recheado de “você não pensa em mim”.
Quem são as mulheres que, apesar de feridas, lutam para ficar com quem as fere? Não por lesão, mas porque rechaçam nelas o controle absoluto de sua vida?
São as mulheres que amam demais. Amam acima de tudo o sujeito e não a si mesmo. Pode ser por baixa autoestima, por exemplo, por urucubaca, porém amam e são intoxicadas por esse amor.
Custa-lhe muito perceber que não é mais querida, que não é mais a dona da vez. E caem. Como é sofrida essa queda, não pela magnitude do amor, mas sim pelo alto patamar que se pôs o sujeito, tão alto, tão inatingível…
E ele nem titubeou em ir-se, foi aninhar-se em outro seio…
Pois deixe que o amor tóxico se vá! Isso leva tempo, meses, anos, uma vida toda. Mesmo a mágoa nos prende ainda e nos mantém tóxicas, não nos deixa livres para amar de novo.
Cura teu coração, cura a ti mesmo.
Eu sei que dói, mas passa.
Conheça suas emoções e suas significações. Assim compreenderá sua história.
Qi Mental!

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